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domingo, 20 março 2011 00:00

Prisão preventiva para os dois detidos em Alcanede

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Os dois homens suspeitos da prática de dezenas de crimes contra pessoas e contra a propriedade, com utilização de armas de fogo, detidos em Alcanede, Santarém, vão aguardar julgamento em prisão preventiva, revelou fonte da Polícia Judiciária (PJ). 

A mesma fonte adiantou que os arguidos, de 21 e 39 anos, residentes na zona de Alcanede, foram presentes ao juiz de instrução criminal do Tribunal Judicial de Santarém, que determinou a medida de coação mais grave.

Em comunicado, o Departamento de Investigação Criminal de Leiria da PJ informou que a detenção, feita em colaboração com a GNR de Santarém, ocorreu na quinta-feira, depois de os arguidos, que terão praticado roubos na zona fronteiriça dos distritos de Leiria e Santarém desde há seis meses, terem assaltado uma residência na zona de Alcanede.

Segundo o mesmo comunicado, os suspeitos usaram para o roubo “um veículo furtado e já sob investigação" por parte da PJ, acabando por ser apanhados, “em flagrante delito, por diversos populares que os conseguiram dominar”.

A PJ esclareceu ainda que “realizou, de imediato, buscas na residência de um dos suspeitos, tendo sido apreendidas cinco armas de fogo proibidas, diversos objectos em ouro, computadores, produto estupefaciente e balança de precisão”.

Cinco veículos utilizados nos crimes, quatro deles furtados, diversas chaves de veículos, documentação pessoal de terceiros e um cartão legítimo com crachá da PSP onde um dos arguidos colocou fotografia constam também na apreensão da PJ, que continua com as investigações para esclarecer “todos os crimes conhecidos e para entrega dos bens apreendidos aos respectivos proprietários”.

A PJ acredita que “com esta operação policial foi travada uma actividade criminosa, especialmente violenta, que tem criado insegurança nas pessoas residentes nas zonas atingidas”.

Fonte da PJ acrescentou que os arguidos terão cometido os crimes nas comarcas de Rio Maior, Santarém, Alcobaça, Leiria e Porto de Mós. “Não têm antecedentes criminais, estavam desempregados e faziam deste tipo de actuação o seu modo de vida”, referiu a mesma fonte.

Fonte: O Mirante

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Lido 3195 vezes Modificado em domingo, 26 fevereiro 2012 00:56

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