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Carlos Coelho

Carlos Coelho

quinta, 10 dezembro 2009 19:01

Olha, vai ali aquele estúpido!

Ao logo dos anos tenho ouvido recorrentemente uma expressão que me inquieta, decerto já ouviram alguém dizer,“olha vai ali aquele estúpido!”. Estúpido para isto estúpido para aquilo, num vai e vem incessante de estupidez. Creio que há uma matriz mais ou menos homogénea que faz da estupidez um modo de vida, mas na realidade o que eu mais desejava era experimentar aquela sensação na pele, como que a penitenciar-me por achar que não sou estúpido suficiente.

terça, 24 novembro 2009 21:08

Se Não és Minha não és de Ninguém

O triste caso ocorrido esta semana na cidade de Santarém levou-me a escrever algumas linhas, segundo reza a história o acto tresloucado cometido por António Sousa aconteceu em plena pastelaria Real, de que a vitima Maria Alice Duarte de 46 anos era sócia gerente. Os contornos deste caso como de qualquer outro semelhante configura um ponto de partida, a atracção, o namoro e o desfecho que pode consubstanciar, uma relação saudável, duradoura ou efémera, isto seria o normal.

quinta, 08 outubro 2009 23:35

O Mistério da Abstenção

Estamos a poucos dias de mais um acto eleitoral, uma liberdade que como sabemos a maioria desperdiça, basta pensar na palavra abstenção. Entendo, que a maioria dos analistas passa despercebido para este fenómeno, que não sendo de agora se instalou de pedra e cal. Quase sempre sobram uma palavras de circunstância do género, "o povo está descontente", ou " é uma penalização dos eleitores", ao óbvio o que é do óbvio. Na parafernália de partidos e movimentos, passando pelas candidaturas independentes há uma série de opções e ideias, de tal modo, que o eleitor mais tradicional sob o ponto de vista ideológico entra numa espiral de desespero, isto só não se aplica aos partidos e movimentos mais "radicais".

Todos os dias somos inundados com notícias escabrosas que nos inquietam e que tantas vezes condenamos entre dois dedos de conversa e um café, diríamos mais. O julgamento é feito logo ali, sem hesitações sem pausas, qual guilhotina afiada pronta a decepar a primeira cabeça. Na realidade muitos desses casos são em primeira instância condenáveis ao ponto de nos deixar “cegos” de fúria.

Todos os dias somos inundados com notícias escabrosas que nos inquietam e que tantas vezes condenamos entre dois dedos de conversa e um café, diríamos mais. O julgamento é feito logo ali, sem hesitações sem pausas, qual guilhotina afiada pronta a decepar a primeira cabeça. Na realidade muitos desses casos são em primeira instância condenáveis ao ponto de nos deixar “cegos” de fúria.

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